Segunda-feira, 11 de Outubro de 2004

- Dias comemorativos: Dia Mundial do Professor

Dia Mundial do Professor


5 de Outubro


diaprof.jpg


Com o intuito de revalorizar o papel do Professor na Sociedade Moderna, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura - UNESCO, criou, desde 1994, o Dia Mundial do Professor, comemorado a 5 de Outubro em mais de cem países.


No que respeita à real significância social da profissão "Professor", faz todo o sentido acentuar a existência do dia 5 de Outubro. A actividade quotidiana dos docentes, que balança entre o conceito desencantado de profissão e de vocação, confere alma às escolas deste país e dá sentido e corpo à educação e formação dos nossos jovens. A Pró-Ordem pretende, neste Dia Mundial do Professor e, à semelhança do que te feito em anos anteriores, prestar homenagem pública aos docentes de todos os níveis de Ensino realçando o seu importante e crucial papel social na Sociedade da Informação e Conhecimento do Século XXI.


O Professor é a alma de todo o Sistema Educativo, pois sem ele, a Educação encarada já não como uma mera experiência escolar, não seria simplesmente possível! Dignificar o Professor é dignificar a Escola! A Pró-Ordem dos Professores junta, pois, a sua voz ao apelo mundial lançado pela UNESCO, para que seja reconhecido o papel primordial dos professores na formação do mundo de amanhã e para que a eles sejam dados o reconhecimento e o apoio prático de que necessitam para realizar essa tarefa vital que é a Educação…


Neste sentido, a Pró-Ordem comemorou o Dia Mundial do Professor em Lisboa (no Auditório do Instituto Português da Juventude, Parque das Nações), em Coimbra (na Sede Regional, Av. Fernando Noronha, 33, 5º Dto) e no Porto (na Sede Norte, R. Visconde Setúbal, 68). Na fotografia acima pode ver-se alguns dos colaboradores da Pró-Ordem, vestidos a rigor para esta comemoração, sendo a mesa de trabalhos presidida pelo Dr. Carlos Pimentel, Ex-CAE Porto (no centro), o qual coordena o Gabinete de Apoio ao Professor - Atendimento e Aconselhamento, da Sede Norte, juntamente com alguns elementos da sua equipa.


A Pró-Ordem, que tem, entre muitas outras actividades, desenvolvido imensos Seminários e acções de formação, por todo o país, possui web site em www.anpes-norte.rcts.pt e Emails info@anpes-norte.rcts.pt, webmaster@anpes-norte.rcts.pt, info@anpes.rcts.pt


Ao ser sócio da Pró-Ordem, para além de poder assistir a Seminários sobre temas actuais gratuitamente, de ter preferência nas Acções Creditadas, de ter apoio Jurídico, gratuito, para o(a)  ajudar a resolver os seus assuntos profissionais, de poder usufruir de descontos em diversas áreas, de receber o Boletim mensal com informações úteis, legislação escolar e todo o tipo de assuntos da classe docente, tem ainda a oportunidade de conviver de forma saudável e alegre, nomeadamente nos períodos  de férias, a preços mais acessíveis!


Contacto do formador de informática do Porto: engftf@mail.pt (Fernando Ferreira, Arouca)

publicado por FTF às 18:14
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Sexta-feira, 1 de Outubro de 2004

-Sugestões de leitura: Cyberlaw em Portugal

Cyberlaw em Portugal - O Direito das Tecnologias da Informação e Comunicação


 


Decorreu o lançamento do livro 'Cyberlaw em Portugal - O Direito das Tecnologias da Informação e Comunicação', de que são autores o Conselheiro A. G. Lourenço Martins,  Conselheiro J. A. Garcia Marques e Mestre Pedro Simões Dias, em 23/09/2004, pelas 17:00h, no Salão Nobre da Ordem dos Advogados.



Com insistência se afirma que vivemos uma nova era, a do computador e das telecomunicações, e da correspondente Sociedade de Informação. Se isso é visível "à vista desarmada", já o será menos o esforço que o direito vem fazendo para acompanhar e tentar enquadrar os problemas novos que se levantam ou os "problemas antigos" que se apresentam com vestes diferentes. E se a vertigem da mudança tecnológica levanta aos técnicos de informática fortes dificuldades no seu seguimento, o mesmo sucede, no plano das regras, para os juristas em geral.



Os estudantes de direito deverão ser solicitados desde cedo para esta realidade emergente; os advogados irão forçosamente "tropeçar" nela com frequência; aos tribunais irá afluindo progressivamente este conjunto de situações - desde a protecção das diversas formas de propriedade intelectual, passando pelos contratos sobre bens informáticos, pela responsabilidade extracontratual dos operadores de rede e ISPs, as questões dos nomes de domínio na Internet, da criptografia e de outros produtos de dupla utilização, até aos temas "clássicos" da protecção dos dados pessoais e da criminalidade informática.



Este livro interessará ainda, sem dúvida, às empresas e pessoas singulares que lidam com as telecomunicações no plano do fornecimento de redes e serviços e até do simples utente, cada vez mais atento aos seus direitos.

Dados sobre os autores:



António Gomes Lourenço Martins é Magistrado do Ministério Público e Juiz de Direito; director-geral da Polícia Judiciária; Procurador-Geral Adjunto e Membro do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República. Coordenador da Informatização do Sistema Judiciário no Ministério da Justiça, de
1988 a 1996. Juiz-Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça (Secção Criminal), de 1999 a 31.05.03. Professor de "Direito da Informática", no IJC da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, desde 1993. Publicou vários artigos em revistas de especialidade; é co-autor da obra "Direito da Informática".



José Augusto Sacadura Garcia Marques é Delegado do Procurador da República e Juiz de Direito, exerceu os seguintes cargos: Inspector da Polícia Judiciária, Subdirector do Centro de Informática do Ministério da Justiça, Director Adjunto da Polícia Judiciária, Director-Geral dos Serviços Judiciários, Secretário-Geral do Ministério da Justiça, Procurador-Geral Adjunto no Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República, Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Justiça, Membro eleito do Conselho Superior do Ministério Público, Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, colocado na 1ª Secção Cível, onde prestou funções desde 31 de Janeiro de 1998 até 19 de Fevereiro de 2003. É docente de "Direito da Informática" do Instituto Jurídico da Comunicação da Faculdade de Direito de Coimbra. Autor de dois livros, um deles em co-autoria, sobre temas de "Direito da Informática" e de diversos estudos jurídicos.




Pedro Simões Dias é formado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e Mestre
em Ciências Jurídico-Criminais pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica de Lisboa, com uma dissertação de Mestrado sobre a criminalidade informática e a responsabilidade dos ISPs. É advogado com uma larga experiência profissional no domínio do Direito da Informática e das Novas Tecnologias e do Direito das Telecomunicações, sendo autor de diversos textos sobre tais matérias. É, ainda, membro da Secção de Direito das Novas Tecnologias e do Comércio Electrónico da Ordem dos Advogados e editor da revista jurídica on-line "Direito na Rede".



A descrição do livro e imagem da capa encontra-se em http://www.centroatlantico.pt/titulos/direito/cyberlaw.php3

Informações complementares poderão ser solicitadas para o Centro Atlântico através do E-mail geral@centroatlantico.pt


Informação cedida por Alda Portugal, Jurista

publicado por FTF às 18:08
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- Ambiente: A cultura da reutilização

triciclo.jpg


A cultura da reutilização


  


O conceito da reutilização, na realidade, já está intrínseco na nossa sociedade, desde a criança, que prefere brincar com a caixa do que com o brinquedo, até aos pais, que restauram um antigo móvel de família, reaproveitando-o de forma útil e decorativa...


 


Quem nunca passou as roupas de um filho mais velho para outro filho, e posteriormente para outra criança, ou simplesmente as doou a uma instituição de caridade?


 


A reutilização também é cultura, principalmente quando lembramos das famosas lojas onde se podem encontrar verdadeiras relíquias literárias e musicais. Um mesmo livro pode ser lido por muitas pessoas, por isso é possível afirmar que o leitor é descartável, o livro não, afinal, ele pode atravessar gerações multiplicando conhecimento, sendo reutilizado inúmeras vezes.


 


O que é lixo para muitos pode ser útil para outros, e mesmo nos lares mais abastados é possível encontrar um vidro de conserva que guarda pregos, uma garrafa com água na geladeira ou mesmo antigos aparelhos ou utensílios utilizados na decoração interna.


 


Nas grandes cidades, bairros são construídos com o que para muitos é apenas lixo, e o mesmo lixo sustenta muitos dos seus moradores, que dependem da colecta de materiais recicláveis para sobreviver.


 


Até mesmo a história estaria comprometida se alguém não tivesse guardado algo que um dia foi “útil”, depois tornou-se “dispensável”, e hoje é “antiguidade”. Pelo mundo fora é possível encontrar museus especializados em coisas antigas ou curiosas encontradas no lixo.


 


Precisamos urgentemente, pelo ambiente e pela nossa vida e sobrevivência, de rever o nosso conceito sobre o que é lixo, entendendo melhor essa dinâmica, de forma a resolvermos mais facilmente este grande problema sócio-ambiental. Na natureza, nada vira lixo, pois tudo faz parte de um constante ciclo de reaproveitamento. Quando aprendermos também a viver desta forma, com certeza que teremos um mundo muito melhor…


 


Fonte: Rede de Informações Ambiente Total – www.ambientetotal.pro.br  


 

publicado por FTF às 18:04
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