Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008

- Que Natal queremos?

Defesa de Arouca

É HORA DE REFLEXÃO (XL)

Que Natal queremos?


Convido-vos, hoje, à leitura do livro “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada”, de Robert Fisher, da Editorial Presença, inserido na colecção Revelações.

“O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” é uma daqueles livros raros com a extraordinária capacidade de provocar mudanças profundas na nossa vida. É uma história belíssima, que nos cativa, desde logo, pelo halo poético e luminoso que a envolve, pela simplicidade com que nos revela verdades de uma sabedoria profunda que a irmanam às grandes obras-primas de todos os tempos, às obras que sempre souberam tocar fundo a alma da humanidade…

O primeiro passo do cavaleiro na sua viagem iniciática e alquímica é também o nosso primeiro passo no caminho misterioso da Verdade e da Vida. É uma leitura a tal ponto inspiradora que suscita a expansão da nossa mente e nos transforma, qualquer que seja o nosso background espiritual, filosófico ou religioso…

Ele ensina-nos, com lucidez, espontaneidade e um subtil sentido de humor a libertar-nos das barreiras que nos impedem de nos conhecermos e amarmos a nós mesmos, tornando-nos assim seres humanos verdadeiramente livres, despojados da armadura narcísica e estéril a que teimamos em nos agarrar.

De facto, como disse Dalai Lama, só existem dois dias no ano que nada pode ser feito. Um chama-se ontem e o outro amanhã… portanto hoje é o dia certo para AMAR, ACREDITAR, FAZER e, principalmente, VIVER!

Estamos na época natalícia. Que Natal queremos para este ano? Porque não uma atmosfera de ternura, de paz, de verdade, de doçura, de humanidade, de simplicidade, de entrega, de amor, em alternativa à hipocrisia, ao desperdício, ao excesso, ao ódio, à mentira e à guerra? Para isto são precisas atitudes novas, diferentes e empreendedoras…

E porque fisicamente não existiremos eternamente, proponho uma reflexão sobre a vida. A vida é simples. Nascemos para a vida para cuidar uns dos outros e da terra. Quando recebemos a notícia de que o nosso tempo está a chegar ao fim, teremos de tomar as medidas adequadas para partir, não deixando para trás questões inacabadas. Temos de apresentar as nossas desculpas por erros do passado e passar as responsabilidades. Agradecer a Deus pelo tempo que passamos com os nossos semelhantes e pelo seu amor… Tão simples como isso…

Disse Margaret Drabble que “Quando nada é certo, tudo é possível”. Assim acontece com o amor. Assim acontece com a vida… Nada é certo mas tudo é possível… e só por isto vale a pena!

Finalmente, desejo ao caro leitor, amigo, que me tem dado a honra da sua atenção, um Santo Natal e um novo ano de esperança, de mudança de hábitos, de escolhas e de prioridades... Abrace e acarinhe a vida! Seja feliz, por si, e pela sua Sagrada Família!…

Chave, 2007, Fernando Tavares Ferreira
publicado por FTF às 14:13
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